Dica de leitura: O poder da Ação Faça sua vida ideal sair do papel!

“Chegou o momento de conquistar seus sonhos. Você quer mudar sua vida.Quer viver uma grande transformação. No entanto, há alguma força que o impede de colocar os planos em ação, algo que o trava, congela e faz com que se sinta constantemente frustrado na vida pessoal e profissional. Essa força negativa está em você mesmo e pode ser eliminado agora.”

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Fonte: Internet

 

Desde criança fui apaixonada com livros, eles me inspiram, me fazem refletir, chorar, me ensinam. Por isso hoje venho trazer uma super dica de leitura para que vocês possam tirar seus planos do papel: O poder da Ação do autor Paulo Vieira, o livro nos traz vários aprendizados explicando porque alcançar resultados depende muito mais de agir do que estar totalmente preparado para começar algo novo em sua vida, por isso a leitura dele é fundamental nesse momento de mudanças e criação de novos objetivos.

O autor nos convida a iniciar um caminho de realização, através do método responsável por impactar 250 mil pessoas ao longo de sua carreira. No decorrer das páginas, ele nos dá os caminhos, e para dar certo, vocês terão que assumir um compromisso com a mudança. Preparadas?
Aproveitem todos os desafios propostos para conseguir os resultados tão esperados, tenham foco! E Boa leitura!

“Pare de adiar sua vida e seja quem quer ser a partir de agora. Não existe outra opção. E está em suas mãos reescrever seu futuro.”

Ei! Como você está levando a sua vida?

Eu sempre planejei, planejei e acabei perdendo o rumo, descobri que quando se trata da vida, planejar é bom, mas deixar as coisas fluírem também é necessário em certos momentos.

Pensei que era aquilo, que estava no caminho certo mas mais uma vez mudei de direção. Eu sonhei que iria ser algo grandioso e que sim eu seria feliz, mas mais uma vez não se concretizou. Eu sonhei um dia ser inteira e plena, mas me sentia partida ao meio. As escolhas pareciam sempre serem as certas mas depois eu despencava diretamente para o abismo de mais uma desilusão.

Foi doído, foi difícil para aprender que não são as escolhas, não são os caminhos que determinam a minha felicidade e sim como vivo enquanto eu caminho. Já não me importa mais se deu certo ou não, mas sim todos os momentos de alegria, empolgação e amor que vivi durante a caminhada.

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É, depois de todos esses anos entendi o quanto Vinícius de Moraes sabia do que estava falando quando escreveu: “que não seja eterno posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure.” Hoje quero mais é viver o infinito do momento de amor, o infinito do sorriso do outro, o infinito daquela sensação de expectativa, daquele momento de conquista. O que vem depois é só mais um momento para ser vivido e seguir em frente, em paz.

Viva o momento, trace um futuro e não se apegue as desilusões. O bom dessa vida é viver intensamente o que te faz bem e usar as perdas como um degrau para um novo sonho, um novo momento de infinitas emoções.

(Eu sei, parece autoajuda, mas é assim que me sinto nos últimos tempos. Não é que eu não chore, não é que eu não me entristeça. Hoje apenas aprendi a deixar que os momentos felizes ocupem mais a minha mente e o meu coração.)

E você? Como está levando a vida?

Será que dá para viver só de esperança?

 

Esperança. Até que ponto é bom cultivar esse sentimento quando o que está em jogo são as questões do coração?

Era uma noite fria e o papo entre amigas prometia longas reflexões sobre esse sentimento que às vezes nos deixa tão confusa. Entre uma taça e outra de vinho ela me disse: todos dizem que ter esperança é o que nos sustenta e fortalece, o que nos ajuda a seguir em frente porém eu penso: não seria melhor desistir de vez? Ter força para abrir o coração novamente, para se entregar a um novo amor? Ter esperança que esse novo amor irá aparecer?

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E eu disse: mas amiga, se a gente não acredita que algo pode mudar, melhorar, será que vale a pena? Será que a vida não fica muito triste, muito pesada?

Nesse momento percebi que realmente a esperança às vezes tortura a gente, vi os seus olhos marejados e toda a dor que essa vontade de fazer tudo acontecer novamente causava.

Ela me disse: nesse momento eu gostaria de acalmar o meu coração com outro sentimento. Acreditar que ele vai voltar me traz paz, porém fico pensando: como vai ser amanhã se ele não voltar?

Como vai ser viver esperando alguém que não me quer mais? Porque desejar tanto uma única pessoa? Eu vejo todos os manuais sobre o amor e relacionamentos e a dica é: lembre das coisas ruins, lembre de como você se sentia triste de como ele te fazia mal… Porém isso não aconteceu com a gente, na verdade eu nunca havia me sentido tão bem em uma relação, eu nunca estive tão em paz, tão feliz. Acho que é por isso que dói mais.

Dói pensar que eu nunca disse como eu me sentia com medo de perder e perdi, dói pensar que eu abri mão de viver mais momentos ao lado dele por medo de sufocar e perdi, dói lembrar como eu me sentia confortável mas despistava um pouco com medo de parecer íntima demais e perdi e agora dói pensar que a única coisa que me resta é a esperança, algo tão improvável e subjetivo, algo livre de qualquer controle, apenas um sentimento meu, misturado a uma intuição louca e a vontade inconsequente de não desistir dele.

Ai amiga, me fala…será que dá para viver só de esperança?

Eu chorei.


Os textos da tag comportamento são de ficção, com base em coisas que eu vivi, que outras pessoas viveram ou que eu só imaginei mesmo 😉